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Vazamento de senhas pode ser evitado com medidas tecnológicas de segurança
Cerca de 30 milhões de senhas foram vazadas no país em 2022, revela um levantamento feito pelo SafeLabs em parceria com a ISH, ambas empresas de cibersegurança do grupo ISH Tech. O estado de São Paulo lidera a lista de incidentes, com 18.666.801 vazamentos, mais que o dobro do Rio de Janeiro (segundo colocado), com 9.237.689. Minas Gerais também ultrapassou a casa do milhão, com 1.122.777 incidentes. O Espírito Santo conta com 47.935 vazamentos.
O levantamento revela que o navegador que mais sofreu com roubo de informações armazenadas no Brasil foi o Google Chrome, com 3.909.813 credenciais vazadas. Em sequência estão o Microsoft Edge e Opera Browser, com 330.025 e 125.888 vazamentos, respectivamente. Além do armazenamento, a utilização de senhas fracas é um grande problema. Assim, Cibercriminosos criam dicionários de senhas, e os utilizam para sucessivas tentativas de invasão e login. Por isso, o ideal é evitar qualquer sequência óbvia do teclado, como “123456” ou “qwerty” (as primeiras seis letras).
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Na coluna Tecnoverso da BandNews FM ES nesta terça-feira (16), o professor de Engenharia da Computação, mestre em informática e especialista em segurança da informação, Otávio Lube, passa orientações sobre senhas. Confira:
