Dia a dia
Ofício detalha como dados de Bolsonaro foram alterados no SUS
A Polícia Federal relatou o esquema sobre os dados do cartão de vacina do ex-presidente Jair Bolsonaro que teriam sido fraudados

Impeachment de Bolsonaro é apoiado por 76% em caso de descumprimento de ordem judicial, diz pesquisa. Foto: Isac Nóbrega/PR
A Polícia Federal relatou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o esquema sobre os dados do cartão de vacina do ex-presidente Jair Bolsonaro que teriam sido supostamente fraudados.
> Quer receber as principais notícias do ES360 no WhatsApp? Clique aqui e entre na nossa comunidade!
Leia o documento na íntegra aqui.
Nesta operação, que ocorreu nesta quarta-feira (03), foi preso o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e outras cinco pessoas: o PM Max Guilherme Machado de Moura, o secretário municipal de Saúde de Duque de Caxias João Carlos de Sousa Brecha, o assessor do ex-presidente Sérgio Rocha Cordeiro, o sargento Luís Marcos dos Reis e o ex-major do Exército Ailton Gonçalves Moraes Barros. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a ação. O celular do ex-presidente foi apreendido, mas Bolsonaro alega que não possui senha.
> Quais são as suspeitas de fraude no cartão de vacina de Bolsonaro?
Além disso, o coronel do Exército Marcelo Costa Câmara e o deputado federal Gutemberg Reis (MDB) também foram alvos de mandado de busca. Em nota, o parlamentar afirmou que está colaborando com a PF e ainda não tem conhecimento dos detalhes das investigações. Segundo a PF, as inserções de dados falsos sobre as vacinas teriam ocorrido entre novembro de 2021 e dezembro de 2022. A suspeita é de que os certificados de vacinação foram adulterados para permitir a entrada nos Estados Unidos, no final do ano passado.
> PF faz buscas na casa de Bolsonaro e prende ajudante do ex-presidente
