Varejão e Didi são escalados para o Mundial da China de basquete - ES360

Varejão e Didi são escalados para o Mundial da China de basquete

Equipe conta com três atletas que atuam na NBA. Machucado, o armador Raulzinho, quarto atleta na liga americana, ficou fora da lista

Varejão e Didi são convocados para Mundial da China de Basquete
Capixabas Didi e Anderson Varejão são escalados para o Mundial da China de basquete. Foto: Marcos Tristão

Com três jogadores que defendem equipes da NBA, o técnico croata Aleksandar Petrovic, da seleção brasileira masculina de basquete, anunciou nesta segunda-feira, 15, a lista dos 15 atletas convocados para dar início à preparação para a disputa do Mundial da China, realizado de 31 de agosto a 15 de setembro. Entre eles estão os capixabas Anderson Varejão e Didi.

Os alas Bruno Caboclo e Didi Louzada e o pivô Cristiano Felício são os três que atuam em franquias da NBA. Os dois primeiros – por Memphis Grizzlies e New Orleans Pelicans, respectivamente – estão em ação pela Summer League, na cidade de Las Vegas, que terá sua decisão nesta segunda-feira. Felício defende o Chicago Bulls.

Para Petrovic, o grupo convocado apresenta uma mescla interessante. “Essa convocação traz três pontos importantes no grupo: o primeiro é contar com alguns jogadores mais experientes, que todos queriam ver atuando pela seleção. O segundo reúne os atletas que estão jogando na NBA: Caboclo e o Felício, que todos têm muita vontade de ver jogando pelo selecionado nacional. Já o terceiro é formado por dois jovens – Didi e Yago – que chegam bem das ‘janelas’ das Eliminatórias, que disputamos durante um ano e meio”, disse o croata.

“Com isso, o grupo apresenta uma mescla boa, com todos os jogadores podendo jogar em alto nível. Por isso me sinto contente com os atletas que foram convocados para iniciar a preparação no próximo dia 25. Depois disso eu tenho um momento complicado, em que terei que definir os 12 jogadores, mas essa é uma tarefa que todos os treinadores têm que fazer”, acrescentou

A apresentação está marcada para a cidade de Anápolis (GO), onde a seleção treinará até 7 de agosto. No dia 8, o Brasil enfrenta o Uruguai, em amistoso ainda na cidade goiana. Dois dias depois, a seleção volta a jogar contra os uruguaios, desta vez em Belém

Posteriormente, o treinador terá de fazer três cortes para definir a relação final para a competição delegação brasileira. Já com os 12 jogadores definidos, a equipe embarca com destino a Lyon, na França. De 14 a 17 de agosto, segue a preparação e joga um torneio amistoso. Em seguida, viaja com destino a Guangzhou, na China. De 20 a 28, o Brasil treina e disputa partidas preparatórias na mesma Guangzhou, Wuhan e Liaoning. Nos dias 29 e 30, os comandados de Petrovic treinam na cidade de Nanjing, concluindo a etapa de preparação.

“Estou muito satisfeito com a disposição dos jogadores para disputar o Mundial. O grupo conta com quase todos os atletas que eu almejava, então agora é fazer uma boa química e trabalhar os aspectos táticos, tanto defensivos quanto ofensivos. Acredito que depois de 35 dias de pré-temporada, iremos seguir preparados para fazer um belo campeonato”, complementou o treinador.

Quarto brasileiro na NBA não foi escalado

O armador Raulzinho, que acabou de assinar com o Philadelphia 76ers, será a única ausência do grupo. Em recuperação de um problema no tornozelo esquerdo, sofrido no final da última temporada da NBA, quando defendia o Utah Jazz, precisará de mais tempo para ficar apto a jogar.

“Estive em contato com a equipe de trabalho do Raul, que falou sobre a contusão e passou que ele precisaria de um tempo maior para ficar totalmente recuperado da lesão que sofreu no tornozelo esquerdo. Com esse panorama, o Raulzinho, infelizmente, não poderá integrar o grupo brasileiro neste momento”, explicou Carlos Vicente Andreoli, diretor médico da Confederação Brasileira de Basketball (CBB).

“Fico chateado por não poder representar o Brasil, ainda mais numa competição como o Mundial, onde estão todas as seleções e o nível é altíssimo. Infelizmente, essa é uma lesão chata, a região do tornozelo é sempre muito exigida, pelos movimentos, pela carga, e ainda preciso de tempo para estar totalmente recuperado. O Brasil tem um grupo de qualidade, bem equilibrado entre experiência e juventude, e que tem tudo para fazer uma boa campanha. Vou ter que ficar como torcedor, vou ficar na torcida para que a seleção brasileira jogue um bom basquete e faça um grande campeonato na China”, afirmou Raulzinho.

Estadão Conteúdo


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