"Vamos cumprir o decreto, mas discordamos da decisão", diz presidente do Sinepe sobre fechamento de escolas - ES360

“Vamos cumprir o decreto, mas discordamos da decisão”, diz presidente do Sinepe sobre fechamento de escolas

Reunião marcada para esta terça-feira entre o Sindicato das Escolas Particulares do Espírito Santo e a Secretaria de Estado da Educação vai discutir a abertura das escolas em caso de risco moderado de covid

A decisão do novo fechamento das escolas de ensino básico com a passagem de Vitória, Cariacica e outros três municípios para o risco moderado da covid-19, divulgada na sexta-feira (20) gerou grande repercussão no setor e também entre pais, contrários à medida.  No domingo, um grupo de pais chegou a realizar uma carreata pelas ruas da Grande Vitória contra o fechamento das escolas.

Para discutir o assunto, o governo do Estado marcou uma reunião com representantes do Sindicato das Escolas Particulares do Espírito Santo (Sinepe) para essa terça-feira (24). Segundo a Secretaria de Estado da Educação (Sedu), o horário ainda está sendo definido. O presidente do Sinepe, Moacir Lellis, disse que não esperava a interrupção das atividades desta forma, visto que nem foram convocados a partir de uma reunião realizada na última quarta-feira (18) com vários setores da sociedade sobre o avanço da doença.

“O fechamento das escolas repercutiu muito, os pais não estão aceitando e com razão. Não tenho nada contra os segmentos de bares e casa de evento, mas é muito difícil suspender as aulas e ver que os bares e restaurantes podem abrir até as 22, os eventos podem ter até 300 pessoas e nossas escolas de educação infantil só podem ter até 10 crianças por sala, independentemente do tamanho”, frisa o presidente do Sinepe, Moacir Lellis.

Ele lembra que o ambiente das escolas está entre os mais controlados, em função das exigências dos protocolos de segurança que as escolas vêm preparando desde julho. “Nossa preocupação não é com a parte pedagógica, isso se recupera. É com a parte psicológica das crianças. E sem as aulas elas estão nas áreas de lazer dos condomínios, nas pracinhas. O ambiente das escolas é muito mais controlado em função das exigências”, afirma.

 

 


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