Sesa fala em responsabilizar bares que provocarem aglomeração - ES360

Sesa fala em responsabilizar bares que provocarem aglomeração

Subsecretário de Saúde cobrou responsabilidade de proprietários de bares e também dos frequentadores, dizendo que a pandemia ainda não acabou

Depois da Grande Vitória registrar aglomerações em regiões de bares como o Triângulo das Bermudas, na Praia do Canto, e na Rua da Lama, em Jardim da Penha, o subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, cobrou responsabilidade de donos e frequentadores de bares.

“As aglomerações que estamos vivenciando ferem completamente o regramento para liberação de determinados espaços comerciais, como restaurantes, que podem funcionar até determinado horário com afastamento de mesas e lotação máxima. Fugir dessas regras é trazer para si, para o proprietário ou quem frequenta, uma responsabilidade que pode ser legal, mas acima de tudo de consciência porque o dano à saúde da pessoa ou de algum parente vai ser conhecido de todos. Caso algum parente ou conhecido venha a adoecer, é possível estabelecer um vínculo a essa quebra de regras. Não é possível que a gente concorde com a quebra de regras. Sem regras a gente coloca em risco tudo o que conquistamos até hoje”, disse.

O secretário de Sáude, Nésio Fernandes, reforçou que apesar do estado ter passado pelo pior momento no número de casos da covid, o momento ainda é crítico, Ele cobrou dos municípios mais fiscalização.

“O estado pôde distribuir ao longo de mais tempo o número de óbitos não só pelo respeito aos protocolos de distanciamento social das pessoas e das famílias e instituições. Temos pedido para que os municípios reforcem a fiscalização. Precisamos salvar vidas com as armas que são úteis para evitar o prolongamento da pandemia no nosso estado”, argumentou Nesio.

Segundo o secretário, do ponto de vista sanitário, não interessa mais publicar normas sobre como a sociedade deve funcionar, e sim que elas sejam respeitadas, cumpridas e exista adesão às medidas de distanciamento e respeito ao protocolo de cada atividade social. “A letra por si só é morta. As pessoas precisam acreditar no que está posto. A pandemia não acabou, temos um longo período até a vacina ou tratamento efetivo”, frisou.


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