Salão do Imóvel virtual começa próxima terça com 1.500 unidades à venda - ES360

Salão do Imóvel virtual começa próxima terça com 1.500 unidades à venda

Unidades com dois quartos são a maioria dos imóveis à venda; maior parte das opções de 26 empresas expositoras está em Vitória e Vila Velha

Salão do Imóvel em 2019. Foto: Divulgação

Na próxima terça-feira (10) começa a 27ª edição do Salão do Imóvel no Espírito Santo, desta vez totalmente virtual devido à pandemia da covid-19. Serão mais de 1.500 unidades disponibilizadas por 26 empresas expositoras. Desta vez, o evento também vai disponibilizar unidades seminovas para venda e trazer um diferencial, com juros mais baixos de financiamento para negócios fechados durante o Salão do Imóvel.

Segundo o presidente da Ademi-ES, Sandro Carlesso, a maior parte das ofertas é de apartamentos de dois quartos, inclusive do programa habitacional Casa Verde e Amarela, mas também conta com loteamentos e apartamentos de 3 quartos de alto padrão em bairros nobres. A maior parte das unidade está em Vitória e Vila Velha.

Os imóveis residenciais terão preços a partir de R$ 140.500, sendo esse valor inicial referente a um apartamento de dois quartos, localizado no município de Serra. Já os loteamentos para construção de casas contarão com valores partindo de R$ 77.174 (referência a um empreendimento situado em Serra, com lotes de 200 m² de área).

O acesso aos produtos será realizado exclusivamente pelo site www.salaodoimovel.com.br, onde as empresas apresentarão suas ofertas. Os visitantes poderão navegar e pesquisar por tipologia, localização, entre outros critérios. A estrutura também contará com corretores de imóveis do outro lado da tela para complementar o atendimento e iniciar a tratativa de vendas. A plataforma é compatível para visualização dos imóveis via smartphones, tablets e desktops. Segundo Carlesso, o principal diferencial do modelo on-line de busca no Salão do Imóvel é poder proporcionar ao cliente procurar de forma objetiva a unidade no perfil e característica que deseja.

No total serão 26 empresas expositoras, entre construtoras, imobiliárias, incorporadoras e loteadoras, com ofertas da  Apex Investimentos Imobiliários, Atrium Empreendimentos, CBL Lotes, Construtora Canal, Construtora Épura, Cristal Empreendimentos, Dantas Administração Imobiliária, De Martin Construtora, Empar, Flávio Dantas Imóveis, Foccus Imóveis, Grand Construtora, High Class, Imobiliária Universal, Imovix Imobiliária, Impacto Engenharia, Isla Imobiliária, Itamar Assessoria Imobiliária, iUrban Empreendimentos Imobiliários, Mazzini Gomes, Metron Engenharia, Mibra Imóveis, Morar Construtora, MRV Engenharia, Vitória Imóveis e VTO Polos Empresariais. Destaque, ainda, para a participação e patrocínio do Banestes e Sicoob-ES, e apoio da Construtor de Vendas e Sebrae-ES.

Para o presidente da Ademi, esse é um dos momentos mais oportunos para compra de imóveis depois do reaquecimento do setor nos últimos meses por conta da pandemia, pois os estoques das construtoras estão no fim e estão saindo os lançamentos. “Agosto foi o mês que mais se vendeu nos últimos anos. Alguns fatores foram importantes como a valorização do lar, busca por espaço maior e investimento. Quem está com aplicação com CDI não remunera bem a poupança e o imóvel é um ativo de médio a longo prazo que não perde valor”, defende.

Redução de juros

O Banestes vai participar do Salão do Imóvel e apresentar condições especiais para o evento. Além de taxa de juros de 6,20% ao ano para financiamentos fechados no Salão, também vai oferecer desconto de 50% nas taxas de custos agregados ao financiamento imobiliário, como taxa de avaliação e outros.

De acordo com Hugo Luiz Ribeiro Gaspar, diretor de Negócios e Recuperação de Ativos do Banestes, o banco também está preparando uma força-tarefa para que as operações saiam o mais rápido possível. “Durante a pandemia, as pessoas procuraram imóvel com maior conforto. E no Banestes, agora em 2020, conseguimos 80% de incremento em crédito imobiliário em relação ao ano passado”, disse.

Já o Sicoob oferece uma redução do volume da documentação necessária para financiamento e ainda agregar alguns custos ao longo do financiamento como custas do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) e documentação.


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