Reunião de Guedes com secretários do Ministério dura quatro horas - ES360

Reunião de Guedes com secretários do Ministério dura quatro horas

No encontro, era esperado algum sinal sobre o futuro do secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, cujo cargo estaria ameaçado após desentendimento com Bolsonaro envolvendo o Renda Brasil

Terminou pouco depois das 23h desta quarta-feira, 16, a reunião do ministro da Economia, Paulo Guedes, com os secretários especiais da pasta em Brasília. O encontro, que começou às 19h, durou cerca de quatro horas. A reunião presencial foi convocada por Guedes após a polêmica envolvendo o Renda Brasil.

O dia foi de crescentes rumores sobre uma possível saída do secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, após declarações dele terem despertado críticas públicas do presidente Jair Bolsonaro. Waldery defendeu o congelamento de aposentadorias por dois anos e mudanças no seguro-desemprego em prol de economizar recursos e turbinar o novo programa social do governo. Bolsonaro reagiu dizendo que teria de dar “cartão vermelho” a quem propusesse tal medida.

Parte dos secretários optou por driblar a imprensa que aguardava na portaria do ministério e entrou e saiu pela garagem, entre eles Waldery. Outros que escolheram o acesso comum adotaram o silêncio.

A única que falou na saída foi a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier, que desconversou sobre qualquer eventual atrito na equipe. “Foi uma reunião de trabalho normal, reunião interna”, disse. “Não tem nenhuma novidade”, reforçou. Segundo ela, o ministro pretende retomar parte das reuniões presenciais na pasta.


Deixe um comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


Mais notícias
Dia a dia

De cada seis notificações, um resultado é positivo para covid-19 no ES

Dia a dia

Espírito Santo terá muita chuva nos próximos dias; veja a previsão

Dia a dia

Espírito Santo tem 15 mortes pelo coronavírus em 24 horas

Dia a dia

Rio Doce: em cinco anos, apenas 34% das famílias cadastradas receberam indenização