Reino Unido soma mais 3 mil casos; Coreia do Sul flexibiliza isolamento - ES360

Reino Unido soma mais 3 mil casos; Coreia do Sul flexibiliza isolamento

O Reino Unido vê o vírus se espalhar nas últimas semanas com mais velocidade

Covid-19: Brasil chega a 4 milhões de casos acumulados. Foto: Pixabay
Covid-19. Foto: Pixabay

 

O Reino Unido, país com mais mortes por covid-19 na Europa, registrou mais de 3 mil novos casos pelo terceiro dia consecutivo, pela primeira vez desde maio. O Departamento de Saúde e Serviços Sociais relatou mais 3 mil e 330 casos neste domingo (13), levando a contagem dos últimos três dias para mais de 10 mil novas infecções.

Embora o aumento dos testes seja usado como argumento para o avanço no número de infectados, o Reino Unido vê o vírus se espalhar nas últimas semanas com mais velocidade. Os casos diários são mais do que o dobro dos relatados há algumas semanas, uma alteração que traz preocupações á autoridades de saúde.

Para controlar a crise, as autoridades aumentaram restrições de circulação, com reuniões sociais limitadas a seis pessoas a partir de segunda-feira, tanto em ambientes fechados quanto ao ar livre. Quem infringir as regras terá que pagar multas.

As mortes diárias continuam muito baixas, mas a preocupação é que o aumento de casos, mesmo que restrito a pessoas mais jovens, leve a um aumento nas hospitalizações nas próximas semanas e potencialmente na morte de mais cidadãos.

Já na Coreia do Sul, o governo afirmou que está amenizando as regras de distanciamento social na região metropolitana de Seul, seguindo um número decrescente de novos casos de covid-19. À princípio, será feito um teste de duas semanas.

O ministro da Saúde do país, Park Neung-hoo, disse em uma reunião online neste domingo, que a região mais adensada da capital registrou cerca de 80 a 110 novos casos de diários de vírus na semana passada, abaixo dos 110 a 180 observados na semana anterior.

Com a flexibilização, que entra em vigor a partir de segunda-feira, os restaurantes estão liberados para os jantares após às 21h, o que ainda estava proibido na capital do país.

Estadão Conteúdo


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