Operação prende secretário de Educação do Rio e procura Cristiane Brasil - ES360

Operação prende secretário de Educação do Rio e procura Cristiane Brasil

Operação Catarata investiga supostos desvios em contratos de assistência social no governo do Estado e na capital fluminense

Secretário de Educação, Pedro Fernandes. Foto: Divulgação
Secretário de Educação, Pedro Fernandes. Foto: Divulgação

O secretário estadual de Educação do Rio, Pedro Fernandes, foi preso na manhã desta sexta-feira, 11, durante a segunda fase da Operação Catarata, que investiga supostos desvios em contratos de assistência social no governo do Estado e na capital fluminense. Além dele, a ex-deputada federal Cristiane Brasil (PTB), que é pré-candidata à Prefeitura do Rio, também está com mandado de prisão expedido.

A ação faz parte da segunda fase da Operação Catarata, que em julho do ano passado prendeu sete empresários suspeitos de fraudar licitações da Fundação Leão XIII, voltada à população de baixa renda e em situação de rua. Fernandes presidiu a fundação antes de assumir a secretaria de Educação.

As suspeitas sobre Cristiane Brasil recaem sobre o período em que ela foi secretária de Envelhecimento Saudável da Prefeitura do Rio. Além deles, outras três pessoas tiveram mandados de prisão expedidos.

Segundo a TV Globo, ao ter voz de prisão anunciada pelos policiais, Pedro Fernandes apresentou um exame com resultado positivo para Covid-19, e por isso está em prisão domiciliar.

A ex-deputada Cristiane Brasil está fora do Rio e dessa maneira não foi encontrada em casa. No local, os policiais foram recebidos pela filha da pré-candidata à prefeitura do Rio.

A defesa da ex-deputada federal Cristiane Brasil

Cristiane Brasil. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Cristiane Brasil. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

“Tiveram oito anos para investigar essa denúncia sem fundamento, feita em 2012 contra mim, e não fizeram pois não quiseram. Mas aparecem agora que sou pré-candidata a prefeita numa tentativa clara de me perseguir politicamente, a mim e ao meu pai. Em menos de uma semana, Eduardo Paes, Crivella e eu viramos alvos. Basta um pingo de racionalidade para se ver que a busca contra mim é desproporcional. Isso deve ter dedo da candidata Martha Rocha, do Cowitzel e do André Ceciliano. Vingança e política não são papel do Ministério Público nem da Polícia Civil.”

A defesa dos outros investigados

A reportagem busca contato com os investigados. O espaço está aberto para manifestações.

Estadão Conteúdo


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