No litoral de SP, Bolsonaro ironiza viagem de Doria a Miami - ES360

No litoral de SP, Bolsonaro ironiza viagem de Doria a Miami

"Sem problemas ir para Miami, mas não podemos fechar São Paulo", em referência à viagem de Doria, pela qual o governador paulista se desculpou publicamente

O presidente da República, Jair Bolsonaro, criticou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), durante passeio pelo Guarujá na manhã desta quarta-feira (30). Em meio aos cumprimentos a apoiadores, o presidente disse: “Sem problemas ir para Miami, mas não podemos fechar São Paulo”, em referência à viagem de Doria, pela qual o governador paulista se desculpou publicamente.

Sem máscara, Bolsonaro fez um passeio de moto-aquática até a Fortaleza de Itaipu, em Praia Grande. Ao chegar à praia do Forte, o chefe do Executivo nacional encontrou centenas de pessoas aglomeradas o aguardando em um gradil, sendo que grande parte delas, assim como o presidente, estava sem máscara.

Camisas do Corinthians e do Santos

Além de apertos de mãos e selfies com os fãs, Bolsonaro pegou crianças no colo e vestiu uma camisa do Corinthians por cima de outra do Santos.

Morte de cabo da PM

Bolsonaro lamentou a morte do cabo da Polícia Militar, Diogo Gomes de Melo, 31 anos, que morreu afogado em Itanhaém ao tentar salvar quatro crianças que se afogavam no mar. “Lamentamos o falecimento do cabo da Polícia Militar que foi salvar uma garotada. Lamentavelmente ele foi tragado pela correnteza e entrou em óbito. Mantemos contato com a família e lamentamos o ocorrido”, disse Bolsonaro.

De acordo com o Grupamento de Bombeiros Marítimo, que atendeu a ocorrência, o policial militar estava de folga, com sua família na praia do Suarão, em Itanhaém e entrou no mar para salvar o enteado, de 10 anos e três sobrinhos, todos com 13 anos, que estavam se afogando.

Antes de ser puxado pela força das águas, Diogo ainda conseguiu salvar duas crianças e as outras duas foram salvas por banhistas e todas passam bem.

O PM não conseguiu retornar para a faixa de areia e as buscas começaram imediatamente, sendo realizadas por cinco viaturas e 11 policiais. Uma hora depois o corpo de Diogo foi encontrado. Ele ainda foi levado pelo Samu à Upa de Itanhaém, mas chegou à unidade de saúde sem vida.

Cabo Melo, como era conhecido, estava na corporação havia 11 anos e integrava a 1ª Companhia do 13° Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, na região central de SP. Ele estava em Itanhaém trabalhando na Operação Verão.

Estadão Conteúdo


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