Gás de cozinha será vendido por R$ 40 em Vitória - ES360

Gás de cozinha será vendido por R$ 40 em Vitória

Serão distribuídos 200 cupons de desconto para moradores da Grande Vitória

 

Petroleiros em greve planejam novo ato contra o aumento de combustíveis. Serão distribuídos 200 cupons de desconto na compra do gás de cozinha para moradores da Grande Vitória. A botija será vendida por R$ 40. A ação será realizada a partir das 8 horas, nesta quarta-feira (19), em frente ao EDIVIT, sede da Petrobrás em Vitória, localizado na Avenida Reta da Penha.

Depois da ação de desconto na gasolina, em janeiro, quando os motoristas também conseguiram abastecer por um preço justo, os petroleiros voltam a apresentar para a população da Grande Vitória que também é possível vender gás de cozinha a preço justo, para a população. A ação também foi realizada em São Mateus neste mês.

O Sindipetro-ES (Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo) esclarece que para conseguir o cupom de desconto e, assim, comprar o gás por R$ 40, é necessário apresentar um comprovante de residência e levar um botijão vazio. Será entregue apenas um cupom por família e não será vendido para fins comerciais. Apenas as 200 primeiras pessoas que chegarem ao local de distribuição.

Confira as regras

– Um botijão por família (levar comprovante de residência);

– Não será vendido para fins comerciais (bares, restaurantes e afins e revenda);

– Somente moradores da Grande Vitória;

– Pagamento em dinheiro;

– Distribuição dos cupons começa às 8 horas, em frente ao Edivit, sede da Petrobrás, localizado na Avenida Reta da Penha;

– É necessário levar o botijão vazio para o local onde serão distribuídos os cupons, lá na Reta da Penha.

Greve

A ação de distribuição de cupons para a compra do botijão de gás a R$ 40, na Grande Vitória, faz parte do movimento de Greve Nacional dos Petroleiros, iniciado dia 1º de fevereiro. Até o momento, cerca de 20 mil trabalhadores de mais de 100 unidades da Petrobrás já aderiram à greve, em 13 estados.

Os petroleiros seguem mobilizados e cobram a suspensão das demissões na Fafen-PR (Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná) e exigindo o cumprimento do ACT (Acordo Coletivo de Trabalho).


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