Estado define plano de segurança para armazenar vacinas - ES360

Estado define plano de segurança para armazenar vacinas

O material vai ter escolta da Polícia Militar durante a sua distribuição, com o objetivo de evitar a roubo do imunizante

Nesio Fernandes e Luiz Carlos Reblin. Foto: reprodução de vídeo

Prestes a receber as primeiras doses da vacina contra o coronavírus, o Espírito Santo definiu um plano de segurança para a chegada das doses. O material vai ter escolta da Polícia Militar durante a sua distribuição, com o objetivo de evitar a roubo do imunizante. A segurança engloba também à questão da manutenção da rede elétrica do local onde as doses ficarão guardadas, para evitar perder as vacinas, que precisam ficar refrigeradas.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, o acordo com a polícia militar prevê a escolta das vacinas da unidade central até as regiões. “Recomendamos aos municípios que garantam uma segurança na rede de cada um das cidades, em especial nas centralizadas. Deve-se distribuir pequenas quantidades para preservar a segurança das mesmas”, afirma Nesio.

Já o subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, acrescentou que o detalhamento do plano não será divulgado por questão estratégica. “Estamos cuidando da segurança em todas as fases como logística, transporte e guarda e também em relação à segurança da temperatura e cuidado som as doses, fiscalizando a rede elétrica no entorno. Por isso tudo tem possibilidade de incidente e quanto mais a gente se organiza, menos risco corremos de perder vacinas, como já vimos acontecer em países da Europa e Estados Unidos. Por isso essas etapas são muito bem monitoradas”, ressaltou.

A previsão do governo é que assim que as doses cheguem ao Espírito Santo, elas vão estar com os municípios em até 48 horas. Segundo Reblin, o estado tem capacidade de vacinar até 1 milhão de pessoas em um mês de trabalho, visto que vai contar com mais de 500 salas de vacinas e esses locais podem imunizar cerca de 100 pessoas em um dia. Mas ele destacou que o total de pessoas vacinadas de fato vai depender da eficácia da vacina e da meta do governo federal para que se atinja a imunidade coletiva.


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