Covid: Ocupação de UTIs na Grande Vitória já passa de 80% - ES360

Covid: Ocupação de UTIs na Grande Vitória já passa de 80%

Ocupação na região metropolitana do Espírito Santo é superior à registrada quando se considera todo o estado, que tem 68,57% de leitos de UTI ocupados

Leito na rede de saúde do ES. Foto: Divulgação/Sesa

A taxa de ocupação das UTIs em hospitais da rede estadual voltados para atender pacientes com coronavírus na Grande Vitória já está em 83,33%. Dos 156 leitos de terapia intensiva disponíveis, 130 estão ocupados na região metropolitana. Em todo o estado, são 210 leitos de UTI para atender pacientes com o vírus, e 144 estão ocupados, portanto com taxa de 63,57%.

A Grande Vitória apresenta mais pacientes em estado grave, já que o número de internados em enfermarias representa 40% da taxa de ocupação. Dos 175 leitos de enfermaria para covid-19, 70 estão ocupados. Segundo a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), ao considerar todos os leitos disponíveis no estado, 85 (36%) estão em enfermaria e a taxa de ocupação de todos os leitos está em 51,93%. No total, o Espírito Santo possui atualmente 441 leitos para covid-19; 229 estão ocupados. No último sábado, o governador Casagrande afirmou que até quinta-feira (30) o estado teria  mais 169 leitos de UTI e 287 enfermarias na Grande Vitória e em cidades com Linhares, Aracruz e Itapemirim. Dessa forma, passaria a com 353 leitos de UTI e 460 de enfermarias.

Na segunda-feira (27), o governo publicou portaria para contratação de leitos em hospitais filantrópicos e particulares para atender pacientes com a covid-19. O contrato prevê a compra de 452 leitos em hospitais privados, sendo 283 de enfermaria e 169 de UTIs (Unidade de Terapia Intensiva), que serão utilizados quando as disponibilidades do SUS (Sistema Único de Saúde) forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população. Dessa forma, o governo planeja, até o final de junho, 1.279 leitos específicos (652 de UTI e 667 de enfermaria) para o tratamento do coronavírus.

Classificação

A respeito da classificação dos casos, a Sesa detalha que os pacientes em investigação por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ficam em leitos de UTI de isolamento; sendo confirmados, são levados para unidades de UTI exclusivas para pacientes com covid-19.

Esses pacientes são submetidos a exame. Se o resultado der negativo, eles são removidos para outros hospitais. Caso o teste dê negativo, mas o paciente apresente sintomas indicativos de covid-19, o paciente é definido como inconclusivo, podendo ser submetido a novas avaliações clínicas, laboratoriais e de imagem.


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