A importância do banco de dados na política - ES360

A importância do banco de dados na política

A utilização de CRM na política e de Banco de dados na política é uma tendência tecnológica que ajuda orientar esforços de campanha a curto e médio prazo.

Uma campanha é feita de muitas estratégias, como a utilziação de mídicas sociais (facebook, twitter, linkedin, youtube, instagram), combinadas com ações de rua, porta a porta, etc., mas tudo isso pode ser ineficioente se você não construir um banco de dados eficiente.

Através de um banco de dados na política é possível organizar campanhas de combate a fake news e mobilizar seus eleitores para ações de rua. Por isso, contruir um CRM político é uma tarefa importantíssima na sua pré-campanha.

Lembramos que o CRM ou Customer Relationship Management é um sistema que visa ordenar o relacionamento com os clientes existentes, encontrar novos clientes potenciais, e reconquistar ex-clientes.

No caso da política e de uma campanha política, os métodos do Customer Relationship Management e do banco de dados podem ser adaptados para serem aplicados em relação à identificação de necessidades dos eleitores de uma determinada região ou outras abrangências.

O CRM na política e Banco de dados na política

O uso de banco de dados é uma ação fundamental da pré-campanha, que pode ajudar a cadastrar eleitores e defensores fiéis dos programas de partidos, bem de seus candidatos, de forma mais segura, permitindo acompanhar a evolução de público ávido no processo de aceitação e engajamento das propostas.

Por outro lado, a aplicação do CRM pode acontecer também através de um software que facilita a coleta, organização e gerenciamento de informações do indivíduo.

Na prática, o banco de dados profissionaliza o cadastro e a guarda de dados de identificação, o uso de CRM opera uma gestão mais profissional dos dados coletados, pois são vantajosos para organizações de pequeno e médio porte.

Dessa forma, podem otimizar seus processos e ser uma das ferramentas de gerenciamento mais poderosas do seu conjunto de informações.

A importância das ferramentas

Quando falamos em CRM na política e Banco de Dados na política, estamos falando de profissionalização no processo de cadastro, direcionamento e análise de informações de eleitores e voluntários.

O CRM está ligado a todas as estratégias, técnicas, ferramentas e tecnologias usadas pelas empresas para desenvolver, reter e adquirir clientes.

Como um programa ele garante que todas as etapas da interação com os consumidores decorram de maneira suave e eficiente, fortalecendo o retorno.

Como funciona?

O uso de banco de dados na política pode ajudar partidos, grupos de apoio, patrocinadores e voluntários a organizar listas profissionais de pessoas que de fatos façam parte de um projeto e de uma campanha.

Qual a função do CRM?

Muito utilizado no mercado para cadastrar e identificar clientes, trata-se de um software que dados de clientes de vários canais.

Portanto, o CRM armazena informações detalhadas sobre o histórico geral de compras, informações pessoais e até padrões de comportamento de compra.

As funções do CRM podem ser adaptadas para as questões e projetos de ordem política.

Evolução dos sistemas

Esses sistemas quando abordados como CRM na política e Banco de dados na política podem gerar, com o passar do tempo, a necessidade de investimento em programas e suportes profissionais.

Esses sistemas geralmente incluem recursos de rastreamento que registram inúmeras interações com os indivíduos online. O uso do CRM automatiza os processos de rotina e fornece aos gerentes ferramentas que permitem rastrear e medir o desempenho e a produtividade da empresa.

As estratégias

Da mesma forma que as empresas aplicam o CRM e os bancos de dados com estratégias de mercado, a mesma preocupação deve fazer parte de um projeto de campanha política.

Assim como as empresas, as campanhas e instituições políticas precisam perseguir seus objetivos com o cuidado de seus clientes e desejam agregar valor, aumentando a eficiência das interações com os clientes.

É fundamental desenvolver estratégia para melhor aquisição, desenvolvimento e retenção de pessoas e intenção de votos.

Benefícios

O uso de banco de dados na política e do CRM na política gera positivos benefícios como o processo de profissionalização de abordagem e identificação e apoiadores.

O CRM, por exemplo, pode acelerar operações como atividades de marketing, serviços e informações, para aumentar a experiência e a lealdade do cidadão desde o contato inicial até a repetição de situações.

Ele atua para otimizar o fluxo de trabalho da empresa, ele pode facilmente ajudar os grupos de trabalho fechar as lacunas entre os departamentos de marketing, vendas e atendimento ao indivíduo. Ele ajuda os grupos de todos os tamanhos a atingir suas metas a um custo mínimo.

O que é na prática?

Quando falamos em CRM e Banco de dados estamos falando a mesma coisa? Ambos estão relacionados.

Lembramos que dentro de um projeto de software de CRM está o banco de dados. Um projeto, partido ou empresa coleta dados sobre clientes. Um banco de dados CRM pode ajudá-lo a tirar o melhor proveito desses dados do cliente e do cidadão mesmo não havendo relação de vendas.

Os dados

No contexto comercial, por exemplo, as empresas de diferentes portes e segmentos podem enfrentar problemas suficientes com a manutenção de registros manual ou baseada em Excel.

O trabalho manual é muito lento e ruim para o grupo de trabalho e até mesmo para um partido político no caso de um projeto de campanha.

Dessa forma, os voluntários e membros da sua equipe pode acessar os dados simultaneamente. Manter o controle dos dados é fundamental.

Processo estratégico

O uso do CRM e de seus bancos de dados envolve um processo estratégico que ajuda a conquistar mais novos clientes e a aumentar o valor dos cidadãos e ajudar no processo de engajamento.

Eles hospedam todos os dados na nuvem e nos servidores, ao contrário dos sistemas antigos no qual o gestor tinha grandes servidores desajeitados instalados na sala.

Para campanhas com baixo orçamento
Para quem vai ter um campanha com orçamento limitado, terá dificuldade de ter ferramentas profissionais de CRM. Entretanto, isso não limita a necessidade de contrução de um banco de dados já na pré-campanha.

A sugestão é que faça isso numa lista de transmissão de whatsapp. Para quem quiser se aprofundar no assunto, o podcast República Cast tem um programa inteiro deidcado ao uso do whatsapp na politica.

Conclusão

Portanto, trata-se de um software, de um processo profissional e de uma prática cultural organizacional para envolver e cadastrar pessoas de modo profissional e orientado.

Refere-se a um tipo de sistema de software que ajuda as empresas a automatizar o armazenamento e a organização dos dados do cidadão cadastrado.

Dessa forma, o banco de dados organizado via CRM capacita os recursos de armazenamento e organização de dados de um sistema como um todo.

Em certos casos, os membros e voluntários da equipe de campanha podem acessar todos os dados o tempo todo sempre que for possível e autorizado pela chefia da organização

Muitas vezes, estar conectado à nuvem permite que os membros aproveitem os recursos sofisticados e a segurança inerente à computação em nuvem. Se analisarmos os dados mais profundamente, obteremos uma maior qualidade de insights para diferentes estratégias.

Darlan Campos é Consultor em Marketing Político, professor, escritor e membro fundador do CAMP - Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político. Especialista em Marketing Político e Comunicação Estratégica, Diretor executivo da República Marketing Político (http://republicamarketingpolitico.com.br/). Autor de dois livros sobre a temática: ‘Nas ruas e nas redes – estratégias de marketing político’, publicado pela editora Soares/SP, lançado em 2017, e 'Marketing Político - construção de candidaturas vitpriosas', editora Lexia/SP. Atua como consultor em Marketing Político com foco em campanhas eleitorais, mandatos parlamentares ou gestão e estratégia de comunicação política em estados e municípios. Tem experiência em: marketing político e público, marketing político digital administração de crise, planejamento de comunicação, e em estratégia para mobilização de causas.

Os artigos publicados pelos colunistas são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam as ideias ou opiniões do ES360.


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